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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Viva a Virgem de Fátima!!!

A 13 de Maio na Cova da Iria no Céu aparece a Virgem Maria!
Ave, ave, ave Maria! Ave, ave, ave Maria!

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sábado, 5 de maio de 2012

Ela não vivia para si...

Continuamos as reflexões sobre os Mistérios do Rosário, hoje falaremos sobre o

segundo Mistério da Alegria, a Visitação de Santa Maria a sua prima Isabel

"Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com voz forte, ela exclamou: “Bendita és tuentre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!"
[1]

O que salta aos nossos olhos lendo essas palavras foi a rapidez com que Nossa Senhora pôs-se a ajudar a sua prima, temos neste mistério o modelo de como agir de modo caritativo com o próximo, isso é reforçado pelas palavras de São Luis de Montfort na sua contemplação dos mistérios do Rosário:

"Nós vos oferecemos, Senhor Jesus, esta segunda dezena, em honra da visitação de vossa santa Mãe à sua prima santa Isabel e da santificação de São João Batista; e vos pedimos, por esse mistério e pela intercessão de vossa Mãe Santíssima, a caridade para com o nosso próximo. Assim seja." [2]

Para amar o próximo é preciso sair de si mesmo pois a caridade é amar o outro por causa de Cristo, quando se tenta ajudar o outro com as próprias forças vem a tona a nossa fraqueza e começamos a agir com egoísmo, nos interessando somente por aquilo que nos dá algum tipo de prazer. Ao contrário, quando saímos de nós, só nos resta o amor de Deus, quando deixamos de sermos nós mesmos Deus começa a nos usar como instrumentos para os outros, nos entregando a Ele nos tornamos maleáveis a sua vontade.

E não há exemplo maior desse amor do que Nossa Senhora, ela não se se assoberbou da sua condição de estar grávida do Filho de Deus, não pensou somente em si, pensou antes em ajudar a sua prima que estava num estágio de gravidez mais avançada e mais complicada por causa da idade que já tinha, não se importou com a distância ou outros obstáculos, ela fez o que tinha de ser feito, e essa força ela só teve pois confiava plenamente em Deus.

Há em nós a vontade de fazer o bem, mas há também o pecado original, como bem diz São Luís de Montfort, nós precisamos pedir a graça de sermos caridosos com o próximo, mesmo que tenhamos boa intenção se fizermos as coisas por conta própria vai chegar uma hora que as forças acabam, as decepções vem uma após a outra, o pecado nos enfraquece e se não for a graça de Deus nós desistiremos perante as dificuldades.

São João Batista pulou no ventre de Isabel ao ver a chegada de Maria, Maria trouxe uma grande alegria, trouxe a Alegria. Assim também devem ser nossas atitudes de caridade, não levarmos a nós mesmos, mas levarmos Cristo aos outros, primeiro com nossas atitudes, atitudes coerentes com a fé que pregamos, e depois se for necessário, as palavras.

Nossa Senhora esqueceu-se de si e foi a mais feliz das criaturas, e é o mais perfeito caminho até Deus. Então vamos ficar sempre ao lado Dela também e pedir sua intercessão para que também deixemos de viver para nós mesmos e vivamos para os outros, ver os outros felizes por causa de Cristo nos fará felizes também, uma felicidade maior do que podemos mensurar.

Tiago Martins da Silva

[1] Lc 1 - 39,42
[2] Método de São Luis Maria Gringnon de Montfort para a recitação do Rosário in "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem".

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Aprendendo lições valiosas com São José

De fato um dos santos mais venerados pelos católicos é São José, esposo de Maria. Seu

nome aparece poucas vezes nos Evangelhos e simplesmente não há nenhuma fala atribuída a ele pelos autores dos Livros Sagrados. Mas porque isto acontece? Seria São José um homem com deficiência na fala? Seria um simples carpinteiro sem importância na história da salvação? Porque não é atribuída nenhuma fala a este santo tão venerado?

As surpresas que Deus tem para seu povo são mesmo muitas e neste caso parece que podemos notar mais uma, pois é tão simples a razão da falta de suas falas; São José era humilde e aqueles que possuem esta virtude pouco falam. Este era um homem que não falava, mas fazia e dava bons exemplos; era repleto de virtudes.

As Sagradas Escrituras ignoram o seu nascimento, sua morte e muitos outros fatores de sua vida. Os evangelistas o fizeram não por descuido; de modo algum. Eles o fizeram por inspiração divina. Sim, Deus quis mostrar como se porta uma pessoa humilde: ela chega sem fazer barulho, aparece apenas nas horas difíceis e sai calada. São José apareceu apenas nos momentos de dificuldades do Menino Jesus e da Virgem Maria; quando ela ficou grávida sem estar casada, na viagem para Belém, na fuga de Herodes e na perca no Templo de Jerusalém. E mesmo assim sem pronunciar uma única palavra. Tudo isto por odiar aparecer mais que o próprio Deus.

O homem era tão humilde que apesar de estar no direito de entregar Maria, segundo os costumes da época, por ela estar grávida sem ser casada preferiu abandoná-la em silêncio.

Também conta a Tradição da Igreja que ele quis a despedir em silêncio pois mesmo não entendendo a situação, ele sabia que era Maria era tão santa que era mais credível ela estar grávida por uma forma que ninguém entendia do que ela ter se maculado, no fundo José sabia que Aquela a quem lhe deram como esposa não era uma simples mulher, era a Mulher.

Que lição de caridade! Não fazer escândalo, ponderar todos os pontos e agir com prudência, não fazer barulho e provocar uma revolução como muitos fazem, mas se calar e dar o silêncio como resposta.

José era um homem firme, que amava seu Deus e queria cooperar com Ele para a salvação das almas. Ao ser avisado em sonho que a gravidez de Maria aconteceu pela ação do Espírito Santo, o guarda providente da Sagrada Família foi forte o suficiente para enfrentar o preconceito da sociedade, acolher Maria e declarar Jesus como filho seu. José não temeu a luta, ao contrário, foi forte e decidido. Certamente foi muito caluniado pelas pessoas de sua cidadezinha, mas era humilde e se calou.

Preferiu deixar que o tempo mostrasse ao mundo quem era aquele Menino que ele custodiava em vez de criar picuinhas. Ele sabia muito bem que a santidade exige a perseguição e mesmo sendo o chefe da Sagrada Família, protetor do menino Jesus e esposo da Santíssima Virgem Maria com ele não seria diferente. E nem queria que fosse, pois sua humildade seria uma falsa contradição.

O zelo pelas coisas de Deus o consumia. Após Herodes decretar a morte dos meninos de Belém aquele carpinteiro humilde de Nazaré não hesitou em seguir as ordens do Anjo e fugir para uma terra distante, com outros costumes e tradições. Certamente, na calada de uma noite fria, sem temer perigo algum, pois sabia que Deus estava com ele, abandonou tudo para zelar pelo seu próprio Deus, que também era membro de sua família. E hoje as pessoas não fazem nenhum sacrifício para o bem da Igreja e os pais não protegem seus filhos. Deveriam se espelhar mais em São José...

O que falar então de seu reencontro com o Senhor? Após perder o Menino Jesus no Templo, em uma Jerusalém repleta de peregrinos e desconhecidos, infectada por salteadores, José não deu seu Menino Deus como perdido; foi atrás Dele e mesmo O procurando 3 dias sem êxito não desanimou de ir ao encontro do Senhor e O encontrou, pois Este permite que os persistentes O encontrem. Homem persistente este José, o carpinteiro de Nazaré.

Mas o que mais chama a atenção no exemplo de vida que nos deixou é que não foi hipócrita e não vestiu a carapuça da falsidade. Caros leitores, qual homem mereceria maior glória que São José? Quem mais poderia receber o imenso privilégio de ser o chefe da Sagrada Família? Creio que ninguém teria mais direito que ele. Mas José era repleto das mais apreciáveis virtudes e não procurou glória em momento algum. Poderia se gabar todo momento de seu “cargo”, mas não fez isto, pois a humildade transbordava em seus olhos.

Não fingiu em momento algum ser uma pessoa que não era. Apesar de ser uma das mais importantes pessoas da historia da salvação, se rebaixou e se portou como um simples carpinteiro e não como o Patrono da Igreja que hoje é. Seria uma benção de Deus se aprendêssemos com este santo a permitir que a humildade guie nossas ações e nossas palavras.

São José, “protegei, ó guarda providente da divina família, o povo eleito de Jesus Cristo. Assisti-nos do alto do Céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, contra o poder das trevas. E assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas de seus inimigos e de toda adversidade. “ Assim seja.

João Carlos Resende

domingo, 18 de dezembro de 2011

Maria, Zacarias e o Anjo

“Maria responde numa palavra e acolhe o Verbo; pronuncia a tua própria palavra e concebe o Verbo divino; emite uma palavra passageira e envolve o Verbo eterno. (São Bernardo de Claraval)”



No capítulo 1 do Evangelho de São Lucas vemos um paradoxo, as respostas diferentes que Maria e Zacarias dão ao Arcanjo Gabriel.

Primeiramente vamos a Anunciação, as duas situações tiveram muitas semelhanças, o Anjo anuncia a Zacarias que suas preces foram atendidas, que sua esposa estava grávida e que aquela criança traria muita alegria ao seu povo.
Com Maria também, ele diz que ela encontrou graça diante de Deus e que a criança que Ela conceberia traria libertação dos pecados de seu povo, que é a maior das alegrias. A diferença começa nas respostas e isso muda o cenário para os dois.

Zacarias duvida, acha que a gravidez de sua esposa em idade avançada é impossível, Maria não duvida, ela só pergunta como aconteceria tal coisa com ela. No decorrer da cena vemos que só uma pessoa que vive a sua fé com a verdadeira alegria cristã consegue anunciar a fé, uma das promessas do Anjo foi a da alegria que viria, Zacarias não acreditou e ficou mudo, não pode anunciar aquele grande milagre, ao contrário, Maria logo saiu a anunciar, foi levar o milagre dos milagres a sua prima Isabel.
É necessário que Deus seja o sentido de nossa alegria, de que tudo dependemos Dele para que consigamos anunciá-los ao outros.

Nessa parte vemos a outra personagem, Isabel, ao lado de Maria ela é modelo de crente, que acreditou sem pestanejar, vemos nela um exemplo de como que a humildade e a boa vontade é o primeiro passo para se ter fé, por isso Maria vai até ela, Maria sabia que ela estava de coração aberto para a vontade de Deus.

Deus quer que sejamos humildes, e humildade é saber-se do tamanho que realmente se é, sabendo-se pequenos nos abrimos a Graça de Deus, Ele quer que nós o obedeçamos em sua vontade e daí Ele nos dará respostas do porque aquela situação acontece, assim foi com Maria e Zacarias, Maria acreditou primeiro, depois perguntou como aconteceria, e Deus através do Anjo a explicou, Zacarias não se abriu e quando o coração não se abre explicação nenhuma adianta.

Vemos no fim da cena, a infinita Misericórdia Divina, Zacarias se arrepende e aceita a vontade de Deus, e uma prova disso é que ele mesmo sem ainda poder falar vai contra a vontade dos parentes que queriam dar um nome para criança e coloca o nome que Deus quis.

Maria, Zacarias e o Arcanjo Gabriel, 3 escolhidos de Deus para anunciar sua Palavra, o Verbo Eterno ao mundo, o Arcanjo que trouxe o Anuncio, Maria que o recebeu de coração aberto e Zacarias como exemplo daqueles que se arrependem e obedecem a vontade de Deus, assim devemos nós também agirmos, estar de ouvidos abertos a quando Deus nos chama, e quando cairmos confiarmos na Misericórdia e começarmos a sermos anunciadores desde ali.

“E o Anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo, e o Verbo de Deus se fez carne e habitou entre nós”

Tiago Martins da Silva

domingo, 20 de novembro de 2011

Olhos vivos, alma viva

"Meu filho, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á contigo também o meu; meu íntimo se alegrará quando teus lábios falarem o que é reto. Teu coração não inveje os pecadores, mas persevera no temor do Senhor o dia inteiro." Provérbios 24, 15-17
O Padre Paulo Ricardo de Azevedo dizia que a fronteira da Igreja passa dentro de nosso coração, que dentro de nós há um homem novo e santo e o homem velho e pecador, cabe a nós - com nossas atitudes - escolhermos em que lado queremos estar, dentro ou fora da Igreja, ser santo ou pecador.
Bem lá no fundo nós sabemos o que fazer, que devemos nos converter todos os dias, e o dia inteiro, como diz a passagem acima, mas também sabemos que a luta não é fácil, a batalha é as vezes terrível, tentações e dúvidas nos vem de todos os lados. Uma delas, e creio que todos já passaram por essa situação, é a de ter inveja daqueles que levam uma vida fácil, é aquela situação em que nos vemos batalhando e batalhando todos os dias, nos esforçando ao máximo para obedecer e viver os mandamentos de Deus mas a única coisa que ganhamos são mais dificuldades enquanto outros que nada fazem pelo Reino de Deus tem uma vida aparentemente mais feliz, uma vida fácil e próspera materialmente e nos vem a sensação de que nosso trabalho é em vão e a tentação de deixar tudo pro lado e viver como os ímpios.
Esse é um dos pecados contra o Espírito Santo enumerados por Santo Tomás de Aquino como sendo "pecados filhos da preguiça", é o pecado do desespero, não ter esperança que Deus possa mudar a situação, ver os ímpios vencerem e literalmente se entregar a situação, não mais lutar por pensar que nada pode ser feito. Daí vemos uma coisa, que precisamos dar uma parada brusca na nossa vida e reparar nos detalhes, pois Deus é simples, somos nós que complicamos as coisas, devemos ver que a verdade está - como se diz - debaixo do nosso nariz, somos nós com nossos olhos sujos que não a enxergamos.
Paremos um minuto e olhemos para os olhos dessas pessoas ímpias que aparentemente são felizes, como se diz "os olhos são as janelas da alma", essas pessoas tem olhos mortos, olhos fundos e vazios, um olhar sem esperança, aquele sorriso "amarelo" que logo percebemos que é um sorriso falso, que aquilo não é felicidade, que aquelas gargalhadas são somente formas de "maquiar" um vazio aterrorizante, um vazio de quem vive sem Deus, de quem vive o Inferno já aqui na Terra, de quem vive uma vida cheia de desespero, dúvidas e ódio. É esse tipo de pessoa que nós invejamos? Por isso Deus nos adverte, é uma idiotice do tamanho do universo invejar uma pessoa assim.
Por outro lado, vemos os faróis que Deus nos deixou, os santos, olhemos para os seus olhares, são explosões de vida, santidade, serenidade, força e tantas virtudes, parece que vemos o Céu nos seus sorrisos, olhemos para o rosto do Beato João Paulo ll, Madre Teresa de Calcutá, São Josemaria Escrivá e tantos outros, quando a cruz lhes foi entregue ao invés de reclamarem da vida eles as transformaram em ressurreição, transformaram morte em vida, eles venceram o desespero com a esperança, as dúvidas com a fé e o ódio com o amor.
Eles foram sábios verdadeiros, sábios como Deus quer e não sábios para o mundo, obedeceram aos mandamentos e nunca invejaram a miséria do mundo, mas por caridade a quiseram transformar em vida dando a suas vidas por Deus, por isso puderam ouvir de Deus: "Meu filho, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á contigo também o meu", foram felizes aqui na Terra e são felizes por toda a eternidade.
Os santos tem olhos vivos porque tiveram uma alma viva. Que Nossa Santa Mãe Maria - como diz o título da ladainha - "... causa da nossa alegria" nos desvie de todas as tentações, principalmente de invejarmos o que é mau, que ela nos dê força de perseverarmos no temor do Senhor pois essa é a única forma de sermos felizes.
"A suprema felicidade está na contemplação da verdade". Santo Tomás de Aquino
Tiago Martins da Silva

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Objetivo do Blog

Salve Maria!
Somos católicos, Congregados Marianos que pela intercessão de Maria, a Santa Mãe de Deus <Mater Dei> procuramos defender e propagar os ensinamentos da Santa Igreja Católica, lutamos pelo zelo litúrgico pois na Eucaristia estão presentes realmente o Corpo e o Sangue de Cristo, sempre obedientes ao Magistério da Igreja na pessoa do Santo Padre, o Papa. Formando assim o tripé que é a base que nos leva perfeitamente até Deus: A Eucaristia, a devoção à Nossa Senhora e a obediência ao Papa. Com Pedro, a Jesus por Maria.

Sempre obedientes ao Magistério, usando a caridade cristã nas palavras mas nunca condescendentes com o erro. Seguindo o conselho de Santo Inácio de Loyola:
"Aos hereges se há de chamar pelo seu nome, para que não se cubra o veneno mortal com o véu de um nome salutar."

"A Suprema felicidade está na contemplação da verdade" (S. Tomás de Aquino) e "Jesus se intitulou a verdade e não o costume" (Tertuliano), Jesus confiou somente à sua Igreja, que é Santa, Católica e Apostólica a missão de anunciar a verdade, por isso "a Igreja é a coluna e sustentáculo da verdade" (I Tm 3,15).

Nesse mundo egoísta onde a opinião pessoal prevalece sobre a verdade, nosso humilde trabalho começado agora é tentar repassar um pouco dos ensinamentos da Igreja que graças a Deus tivemos a oportunidade de estudar. Num mundo onde as modas vem e vão, nascem e morrem sem ninguém perceber o que foram, queremos a verdade pois é imutável e imutável também é a eternidade.

“Ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, é freqüentemente catalogado como fundamentalismo, ao passo que o relativismo, isto é, o deixar-se levar «ao sabor de qualquer vento de doutrina», aparece como a única atitude à altura dos tempos atuais. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que não reconhece nada como definitivo e que usa como critério último apenas o próprio «eu» e os seus apetites”. (Cardeal Joseph Ratzinger, Discurso na Abertura do Conclave que o elegeu Papa Bento XVI , 19 de Abril de 2.005)

P.S.:Cada postagem será assinada pelo seu autor

Tiago Martins da Silva, Iúna-ES
Jean Carlo da Silva, Iúna-ES
William Dias Amaro, Ibatiba-ES
João Carlos Resende, Resende Costa-MG

Contato: materdei200@gmail.com



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